NR-1 começou! Sua empresa tem apenas 90 dias para se adequar.
A nova fase da NR-1 já está em vigência e sua empresa precisa se adequar dentro de 90 dias. Agora ela exige mais do que arquivo, exige uma empresa capaz de identificar riscos, agir com responsáveis definidos, acompanhar evolução, registrar evidências e oferecer canais reais de cuidado.
Navegue em nossa plataforma!
Dashboard geral
A liderança não pode depender de percepção solta.
Essencial porque: sem painel, a empresa só enxerga fragmentos. Com painel, ela enxerga prioridade.
Interface ilustrativa com dados simulados.
Visão de riscos
O risco que não é classificado vira ruído.
Essencial porque: nem todo risco exige a mesma resposta. Classificar é decidir melhor.
Interface ilustrativa com dados simulados.
Kanban de plano de ação
Diagnóstico sem execução vira relatório decorativo.
Essencial porque: a empresa não precisa apenas saber o que está errado. Precisa provar o que está fazendo.
Pendente 24
Ação gerada a partir do COPSOQ II no setor Vendas.
Alta RH, SST · 31 dias restantesEm andamento 1
Ação derivada de avaliação ergonômica.
Moderada SST · 12 diasConcluído 8
Evidência anexada ao ciclo vigente.
Concluído GestãoInterface ilustrativa com dados simulados.
Central de alertas
Sinais críticos não podem esperar a próxima reunião.
Essencial porque: alerta não é alarme gratuito. É prevenção operacional.
Distribuição por severidade
Interface ilustrativa com dados simulados.
Mood tracking agregado
O RH sente o clima, mas precisa de leitura estruturada.
Essencial porque: o objetivo não é expor indivíduos. É enxergar tendências para agir com responsabilidade.
Dados ilustrativos e agregados. A finalidade é apoiar gestão preventiva, não expor indivíduos.
Pareceres
Sem registro, a gestão desaparece na hora em que mais importa.
Essencial porque: cuidado e ação precisam deixar rastro. Não para prometer risco zero, mas para demonstrar diligência.
Parecer Semestral — 1º Sem 2026
Empresa Exemplo Ltda.
Conclusão favorável à manutenção do PGR com reforço nas ações de ergonomia cognitiva e revisão do inventário de riscos psicossociais.
Dra. Ana Carvalho Versão
1.2 Gerado em
12/03/2026 Atualizado em
20/03/2026
Interface ilustrativa com dados simulados.
Benefícios conectados à gestão
Benefício sem conexão com risco vira custo disperso.
Essencial porque: o cuidado precisa chegar ao colaborador e voltar para a empresa como gestão responsável.
Interface ilustrativa com dados simulados.
O custo de não agir não aparece de uma vez. Ele se acumula.
O risco ocupacional mal gerido pode aparecer como fiscalização, processo, afastamento, perda de produtividade e custo previdenciário recorrente.
Quando a empresa não acompanha riscos psicossociais e ergonômicos de forma contínua, ela deixa sinais se acumularem sem dono, sem prazo, sem evidência e sem resposta.
A empresa que não mede o risco acaba medindo o prejuízo.
Gestão preventiva reduz improviso. Improviso aumenta custo.
Fiscalização e penalidades
Infrações relacionadas à segurança e saúde do trabalho podem gerar autuações conforme critérios de fiscalização e penalidades aplicáveis. A pergunta não é apenas se a empresa tem documento, mas se consegue demonstrar gestão.
Passivo trabalhista
Quando não há histórico de ações, responsáveis, prazos, pareceres e evidências, a empresa fica dependente de discurso. E discurso, sozinho, raramente sustenta uma boa defesa preventiva.
Afastamentos e operação
Riscos psicossociais e ergonômicos ignorados podem aparecer em sobrecarga, conflitos, queda de energia, afastamentos e perda de desempenho.
FAP e custo recorrente
O FAP pode influenciar o custo previdenciário sobre a folha. Gestão preventiva, evidência e resposta organizada ajudam a empresa a tratar prevenção como indicador de negócio.
Quando a gestão não existe, cada área sente o problema de um jeito.
A diretoria sente o risco. O RH sente a sobrecarga. O DP sente a cobrança. O jurídico sente a falta de evidência. O SST sente a dificuldade de integrar tudo. O financeiro sente o custo. A Capital organiza essa complexidade em uma única jornada.
“Eu só descubro que existe um problema quando ele já virou custo, conflito ou urgência.”
Sem indicadores, a liderança decide no escuro. A empresa pode ter documentos arquivados, mas não saber quais riscos estão crescendo, quais ações estão atrasadas e onde a exposição é maior.
Dashboard não é enfeite. É o que tira a decisão da intuição e coloca a gestão em evidência.
“Eu percebo sinais de desgaste, mas não tenho dados suficientes para provar o problema.”
O RH costuma ouvir queixas, perceber tensão no clima e lidar com sobrecarga emocional da operação. Sem leitura estruturada, tudo parece subjetivo demais para virar decisão.
Mood tracking não é vigilância. É uma forma responsável de enxergar tendências antes que virem afastamento, conflito ou ruptura.
“Toda obrigação nova cai no processo, mas nem sempre vem com clareza de prazo.”
Quando a NR-1 vira mais uma demanda solta, o DP herda retrabalho, planilhas, cobranças e risco de perder o controle do ciclo.
Plano de ação sem responsável é intenção. Plano de ação com prazo, dono e evidência vira gestão.
“Se houver questionamento, dizer que a empresa cuidou não basta.”
O jurídico precisa demonstrar diligência. Sem histórico, versões, responsáveis, registros e evidências, a empresa fica presa ao discurso.
A trilha de evidências não promete defesa perfeita. Ela reduz a informalidade e mostra que a empresa não ficou parada.
“Não adianta analisar psicossocial, ergonomia e PGR como peças soltas.”
A gestão técnica perde força quando diagnóstico, plano de ação, indicadores, revisões e evidências ficam dispersos.
Inventário de risco não é tabela. É a base para priorizar o que exige resposta antes.
“O custo da falta de prevenção não aparece em uma linha só.”
Multas, passivos, afastamentos, FAP, retrabalho e perda de produtividade são efeitos de uma gestão que demorou a enxergar o problema.
Prevenção não é despesa periférica. É proteção de margem.
Método AMC: a sequência para sair do improviso.
Antes de cuidar, é preciso enxergar. Antes de provar, é preciso agir. Antes de agir bem, é preciso acompanhar.
Analisar
Enxergar o que hoje está disperso.
A etapa Analisar identifica riscos psicossociais e ergonômicos, organiza o diagnóstico inicial e mostra onde a empresa precisa agir primeiro.
Quando tudo parece importante, nada é prioridade.- Levantamento inicial
- Questionários e formulários
- Análise psicossocial
- Análise ergonômica conforme escopo
- Classificação de riscos
- Plano de ação
Monitorar
Acompanhar o risco enquanto ele ainda pode ser prevenido.
Risco ocupacional não é fotografia. É filme. A etapa Monitorar acompanha indicadores, tendências, alertas, pendências e ciclos para que a empresa não dependa de uma análise pontual.
O problema não surge apenas no dia do relatório.- Dashboard
- Mood tracking agregado
- Sondagens
- Alertas
- Ciclos de acompanhamento
- Pareceres periódicos
Cuidar
Conectar sinal de risco a resposta estruturada.
Quando o risco aparece, a empresa não pode ficar apenas com um relatório. A etapa Cuidar conecta sinais relevantes a uma linha assistencial com telemedicina, psicologia, orientações e especialidades.
Diagnosticar sem resposta fragiliza a gestão.- Telemedicina
- Psicologia
- Triagem
- Encaminhamento
- Orientações de saúde e ergonomia
- Registro adequado da frente assistencial
Uma plataforma para gerir. Um benefício para quem vive a rotina.
A Capital conecta a visão da empresa à experiência do colaborador: gestão, indicadores e evidências de um lado; acesso, orientação e cuidado do outro.
Olá, Ana Costa 👋
Terça-feira, 24 de março de 2026
Gestora RH · Empresa ExemploOlá, João Silva 👋
Terça-feira, 24 de março de 2026
Colaborador · ProduçãoComo estou me sentindo hoje?
Resposta anônima · agrupada por setor
Minha energia hoje:Antes de contratar qualquer solução, descubra onde sua empresa está vulnerável.
O diagnóstico inicial ajuda a entender maturidade, exposição, documentos existentes, rotina de ações, benefícios disponíveis, monitoramento e lacunas de gestão.
A Capital avalia se sua empresa já possui base, plano, acompanhamento, evidências e canais de cuidado suficientes para lidar com riscos psicossociais e ergonômicos de forma estruturada.
- Perfil da empresa
- Número de colaboradores
- Estrutura de RH/DP/SST
- Documentos existentes
- Rotina de plano de ação
- Benefícios disponíveis aos colaboradores
- Possíveis pontos de exposição financeira
A triagem inicial não substitui avaliação técnica completa. Ela orienta próximos passos e identifica aderência da solução.
Seus clientes vão perguntar sobre NR-1. A pior resposta é improvisar.
A Capital ajuda contadores, DPs terceirizados, SSTs, clínicas ocupacionais, médicos do trabalho, advogados trabalhistas e consultores a oferecer uma resposta estruturada.
Contadores e DPs
Oriente clientes sem assumir uma entrega técnica fora do seu escopo.
SSTs e clínicas ocupacionais
Amplie a entrega com tecnologia, monitoramento e linha de cuidado.
Advogados trabalhistas
Apoie clientes na construção de evidências e resposta preventiva.
Consultores empresariais
Inclua NR-1 como pauta de governança, risco e gestão de pessoas.
Clínicas e parceiros de saúde
Conecte cuidado assistencial a uma jornada ocupacional mais estruturada.
Perguntas que evitam decisões ruins.
Antes de contratar qualquer solução, a empresa precisa entender escopo, limites, privacidade e responsabilidades.
A Capital substitui meu SST?
Não. A Capital apoia a gestão contínua dos riscos psicossociais e ergonômicos com tecnologia, monitoramento, plano de ação, documentação e linha de cuidado. O trabalho deve respeitar escopos técnicos, responsabilidades profissionais e integrações necessárias com SST.
A Capital substitui meu jurídico?
Não. A Capital não substitui assessoria jurídica. A solução ajuda a organizar gestão, registros e evidências preventivas, que podem apoiar a empresa em sua governança e documentação.
Isso é apenas saúde mental corporativa?
Não. Saúde mental pode fazer parte da discussão, mas a Capital atua em gestão ocupacional integrada, conectando riscos psicossociais, ergonomia, monitoramento, ações, evidências, benefícios corporativos e cuidado.
A empresa monitora colaboradores individualmente?
A proposta deve trabalhar com dados de forma responsável, com visão agregada sempre que aplicável, finalidade preventiva e comunicação clara. O objetivo não é vigilância individual.
A plataforma reduz multas ou FAP automaticamente?
Não. A Capital não promete eliminação de multas, processos ou redução automática de FAP. A plataforma ajuda a empresa a organizar prevenção, evidências, plano de ação e cuidado, reduzindo improviso e fortalecendo a gestão sobre fatores que podem gerar exposição.
Os benefícios aos colaboradores substituem plano de saúde?
Não. A linha de cuidado da Capital não deve ser comunicada como substituta de plano de saúde, SST, jurídico ou assistência médica tradicional. Ela funciona como estrutura complementar de orientação, telemedicina, psicologia, conteúdos e encaminhamentos conforme o plano contratado.
A empresa terá acesso às informações individuais dos atendimentos?
Dados sensíveis e informações de saúde exigem governança, privacidade e limites de acesso. A gestão deve trabalhar com indicadores agregados sempre que aplicável, sem transformar cuidado em vigilância individual.
O diagnóstico gratuito já entrega plano de ação?
Não necessariamente. A triagem inicial serve para entender maturidade e aderência. Um plano de ação completo depende de escopo técnico, contratação e análise mais aprofundada.
Como a Capital lida com LGPD?
A solução deve operar com governança de dados, controle de acesso, comunicação clara, limites de finalidade e documentação adequada. Dados sensíveis exigem tratamento responsável e validação técnica/jurídica.